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ASCUS

Foto: Digene Brasil

A realização do DNA-HPV associado à citologia em base líquida está disponível no IPOG através da Captura Híbrida e do sistema DNA-CITOLIQ, que permite através de uma só coleta realizar ambos os testes. Após a realização do exame, a amostra fica armazenada em condições adequadas por 30 dias, permitindo que seja solicitado o teste de Captura Híbrida para HPV dentro desse prazo, sem necessidade de nova coleta.

Atualizado em: 19/01/2005

A citologia em base-líquida tem sido considerada importante alternativa para o ganho de sensibilidade do exame de Papanicolaou.


Esta técnica tem como princípio transferir todo material celular coletado para um meio líquido, que tem a propriedade de preservar as estruturas morfológicas e as moleculares, como as proteínas e os ácidos nucléicos.
Para a preparação da lâmina citológica, o material é submetido a
processos técnico-laboratoriais, como homogeneização e filtragem, que visam retirar hemácias, debris, muco e infiltrado inflamatório.
Com isso, para a análise citopatológica, o espécime na lâmina se apresenta bastante fino e uniforme, quase em monocamada e com distribuição celular homogênea.

Dessa forma, a citologia em base líquida deve ser considerada como o aprimoramento do preparado convencional para o estudo microscópico e a identificação das lesões do colo uterino seguindo os atuais padrões morfológicos.

 

Principais Vantagens

  • Ganho de sensibilidade: menor perda de material coletado e melhor distribuição das células;

  • Citologia em monocamada e com fundo mais limpo;

  • Permite a realização do teste de Captura Híbrida a partir da mesma amostra;

  • Redução de falsos negativos em até 20%;

  • Redução de casos insatisfatórios em até 40%;

  • Sensibilidade de até 86,7% em Lesões de Baixo Grau - contra 63,6% na técnica convencional.

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Fonte: Digene Brasil

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